É só o que resta para mãe de adolescente! Migalhas.
Quando eles não estão na escola ou em atividades extras no turno inverso, estão com amigos ou namoradas.
Triste realidade.
Já me alertaram.
O que eu não podia era sentir o que eu já imaginava...
Absolutamente normal esta rotina.
Aulas, atividades, trabalhos na escola, final de semana festas, namoradas, etc.
E o que nos resta?
Levar os filhos ao médico, regularmente, levá-los de um lado para outro, podendo assim ter um pouquinho de suas companhias.
Ai...
Não sou mãe judia, mas as compreendo!
Que saudade! De quando eles estavam sempre em volta.
Este final de semana a namorada do meu filho dormiu na nossa casa uma noite, depois de ele dormir duas em finais de semana seguidos na casa dela. E o pior? Eu não posso nem reclamar. Posso agradeçer e tratá-la cada dia melhor, para que pelo menos eventualmente ela durma na minha casa. Que situação.
Ontem cheguei ao cúmulo da humilhação, e aqueles que são pais me entenderão, ao me ofereçer para buscá-los em um aniversário, de madrugada e levá-los para dormir na casa dela. Só para poder ter a companhia do meu filho querido. Para poder participar de seus finais de semana.
Não logrei sucesso. Afinal, a mãe da menina me disse que o pai buscaria. Acabei concordando. Afinal eles iriam dormir lá. Parece mais coerente. Todos concordam. Mas o que mais doeu, foi ouvir do meu filho, enquanto ele se arrumava, que ela tinha escolhido. O que? Dormir na casa dela.
Mostrando para mim que ele é um homem absolutamente normal, ele deixa que ela decida.
Mon dieu!
Migalhas é o que me resta.
À todas mães de meninos, aconselho que preparem-se!
Outras futuras mulheres estão em seus caminhos.
Inevitável.
A não ser, que seus filhos sejam homossexuais.
Mas daí, haverá outros homens, tirando-os da mamãe.
Nos sobram os poucos momentos e a lembrança de tudo que vivemos.
Isto é ser Mãe.
Padecer no paraíso.
Padecer pelo paraíso.
Ter esperança, que entre uma atividade e outra ainda os teremos em alguma refeição do dia. Por enquanto.
domingo, 26 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Não à Culpa!
Queridas mãezinhas, venho por meio deste texto isentá-las de uma culpa. A de mexer no quarto de seus filhos.
É fundamental uma inspeção com regularidade.
O quarto é deles, mas a casa é nossa. Então, para que culpa?
E quando vocês disserem para eles que viram determinada coisa, seja o que for, façam de maneira positiva. Tipo mexi e daí?
A bandeira da liberdade individual ,na prática, normalmente não funciona entre pais e filhos.
Em nome do amor que sentimos por eles, fazemos coisas que nem imaginávamos ser possível.
Então, saber coisas em off, ou procurar por explicações que eles não nos dão, é permitido!
E sem culpa, ok?
Mexa!
Eles nos detestam as vezes, mas nos amam também. Apegue-se ao amor e procure entendê-los.
Paizinhos, me reportei às mães, por em geral serem elas que lidam com estas questões, mas se vocês são uma exceção, do tipo pai minucioso, vá em frente e mexa! Mas depois pense o que fará com as respostas.
Esta atitude investigativa é para ajudá-los e não para coagí-los, atitude normalmente masculina.
Coragem!
Não podemos esquecer nossos papéis na vida deles.
É fundamental uma inspeção com regularidade.
O quarto é deles, mas a casa é nossa. Então, para que culpa?
E quando vocês disserem para eles que viram determinada coisa, seja o que for, façam de maneira positiva. Tipo mexi e daí?
A bandeira da liberdade individual ,na prática, normalmente não funciona entre pais e filhos.
Em nome do amor que sentimos por eles, fazemos coisas que nem imaginávamos ser possível.
Então, saber coisas em off, ou procurar por explicações que eles não nos dão, é permitido!
E sem culpa, ok?
Mexa!
Eles nos detestam as vezes, mas nos amam também. Apegue-se ao amor e procure entendê-los.
Paizinhos, me reportei às mães, por em geral serem elas que lidam com estas questões, mas se vocês são uma exceção, do tipo pai minucioso, vá em frente e mexa! Mas depois pense o que fará com as respostas.
Esta atitude investigativa é para ajudá-los e não para coagí-los, atitude normalmente masculina.
Coragem!
Não podemos esquecer nossos papéis na vida deles.
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